Meu coração caminha por entre as trevas
O silêncio de meu quarto largado a penumbra me sufoca
O último grito dado por minha alma desintegrou todo o meu ser
E meu coração se tornou cacos em minha mão
O silêncio de meu quarto largado a penumbra me sufoca
O último grito dado por minha alma desintegrou todo o meu ser
E meu coração se tornou cacos em minha mão
Não há luz
Não há saída
Lá fora há apenas um dia cinza
Morto
Talvez tão morto quanto eu por dentro
Não há saída
Lá fora há apenas um dia cinza
Morto
Talvez tão morto quanto eu por dentro
Uma casca reluzente a negatividade e exposto a infiltração da tristeza
Um pedaço de carne apodrecida que se arrasta pelo chão sob a poeira de seu próprio mundo
Poeira essa que já foram sonhos um dia
Cambaleando por aí sem rumo debaixo da escuridão
Atrás de sonhos que nunca teve
E pessoas que nunca conheceu
Mas que tem certeza que existem
Um pedaço de carne apodrecida que se arrasta pelo chão sob a poeira de seu próprio mundo
Poeira essa que já foram sonhos um dia
Cambaleando por aí sem rumo debaixo da escuridão
Atrás de sonhos que nunca teve
E pessoas que nunca conheceu
Mas que tem certeza que existem
Um ser humano vazio
A procura de algo que o complete
Que devolva a amena alegria de viver
E a vivacidade de sorrir
Um sorriso que não seja forçado
Que não seja falso
Que não oculte dor alguma
Que não se desintegre em lágrimas grossas negras
Apenas um sorriso que seja capaz de expressar
Uma felicidade real e não cinza
Uma felicidade nunca tida antes!
A procura de algo que o complete
Que devolva a amena alegria de viver
E a vivacidade de sorrir
Um sorriso que não seja forçado
Que não seja falso
Que não oculte dor alguma
Que não se desintegre em lágrimas grossas negras
Apenas um sorriso que seja capaz de expressar
Uma felicidade real e não cinza
Uma felicidade nunca tida antes!